Vitamina D para Queda de Cabelo Funciona?

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Vitamina D e queda de cabelo

Geralmente, a baixa de vitamina D pode contribuir para piorar vários tipos de queda de cabelo, como o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética.

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Para investigar a queda de cabelo, um dos exames pedidos pelo dermatologista é o da dosagem de vitamina D, junto com outros, como o da ferritina e o da tireoide (hormônios TSH e T4).

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Quando a mulher menstrua e perde muito sangue, isso provoca queda da ferritina, que leva à queda de cabelo.

Deficiência de vitamina D

A baixa de vitamina D não contribui somente para a queda de cabelo e fraqueza das unhas, mas causa várias outros males, como fadiga, depressão, mal estar, além de baixar a imunidade e a absorção de cálcio.

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De acordo com artigos, 50% da população mundial tem deficiência de vitamina D, e a maioria não sabe, pois não consulta um médico.

Com o medo do câncer de pele e o uso do protetor solar, a absorção de vitamina D nas pessoas foi prejudicada: 80 a 90% da vitamina D é produzida com estímulo do sol, e somente 10 a 20% da ingesta de alimentos.

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Não é necessário ficar o dia inteiro no sol para estimular a produção de vitamina D, basta ficar de 15 a 20 minutos diariamente com os braços e pernas expostos ao sol.

Para estimular a produção de vitamina D, dermatologistas indicam, principalmente para crianças, antes de tomar sol passar protetor solar no rosto e não nos braços e pernas.

Com o envelhecimento, a quantidade de cálcio dos ossos reduz, e, sem vitamina D, que estimula a absorção de cálcio e é importante para a calcificação dos ossos, a pessoa fica mais exposta a quedas e fraturas.

Reposição de vitamina D

Quando é feito exame e a vitamina D consta como deficitária (geralmente abaixo de 25ng/ml), é feita a reposição via oral, eficaz principalmente para quem está com queda de cabelo, juntamente à reposição de outras vitaminas (se estiverem faltando no organismo).

Geralmente se repõe 1.000 unidades de vitamina D por dia ou 7.000 unidades por semana (que seriam as 1.000 nos sete dias, mas a pessoa só toma uma vez por semana).

A pessoa não deve tomar vitamina D por conta própria para o cabelo crescer e ficar mais forte, pois o excesso de vitamina D também é prejudicial – repor vitamina D sem necessidade sobrecarrega o fígado e os rins (onde ela é absorvida), e pode causar náusea, vômito, diarreia e muitos outros sintomas.

A absorção de vitamina D dos alimentos é pequena, mas ajuda. Leite, derivados de leite, peixes (como atum e salmão) e fígado têm bastante vitamina D – por isso muitas mães dão óleo de fígado para as crianças, para não ter raquitismo (baixa de cálcio).

Há relatos de uma pessoa que estava com queda de cabelo há 6 meses, tomava vitamina e não melhorava. Ela fez exames, estava com baixa de ferritina e estava tomando um complexo vitamínico que tinha ferro, porém não estava adiantando, o cabelo continuava caindo.

A vitamina D da pessoa estava no nível normal mais baixo, portanto o médico receitou a vitamina D e dobrou a quantia da vitamina que continha ferro. Um mês depois, a pessoa relatou que o cabelo passou a cair muito menos.

Se a pessoa não está se sentindo bem, tem queda de cabelo e as unhas fracas, deve passar por uma consulta e fazer exames para verificar o que precisa ser feito.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).