Síndrome pós finasterida: tratamento

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Não há conclusão sobre a existência da síndrome pós-finasterida como doença, porém, de forma geral, após reporte dos sintomas dela pelo paciente, a conduta médica é proceder à uma anamnese detalhada, principalmente dos pacientes mais jovens, e investigar se há problemas de ordem sexual ou depressão.

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Os médicos devem informar sobre a possibilidade dos efeitos colaterais, mesmo a incidência deles sendo baixa na população, e fica a critério do paciente usar a droga.

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A grande maioria dos médicos prescreve tanto a finasterida quanto a dutasterida, porém, depois do advento da síndrome pós-finasterida, muitos mudaram a conduta na via de administração do medicamento e passaram a prescrever a finasterida tópica: uma loção de cabelo, não um comprimido (que vai para a corrente sanguínea para somente depois chegar no couro cabeludo).

Existem muitos trabalhos sendo feitos sobre a eficácia da finasterida tópica.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).