Remédios e suplementos para emagrecer?

Remédios para emagrecer e suplementos naturais

Quem está acima do peso muitas vezes recorre a dietas e a “pílulas milagrosas” que prometem resultados rápidos, mas é preciso tomar cuidado e não esquecer de, na busca pelo emagrecimento, sempre aliar uma série de atitudes, como reeducação alimentar e a prática de exercício físico.

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Hoje, no mercado, existem suplementos alimentares que auxiliam no processo de perda de peso.

Iridologista

O iridologista é o profissional que faz o diagnóstico da saúde e também o diagnóstico psicológico pela íris do olho. A íris do olho é um microssistema que tem informação de todo o organismo. Os órgãos mais fracos, traumas que a pessoa teve, etc., ficam registrados no olho.

Medicamentos anorexígenos

No mercado existem várias opções de medicamentos para emagrecer e suplementos. Normalmente os medicamentos para emagrecer são chamados de “anorexígenos”. São fármacos que atuam no sistema nervoso central, trazendo alguns inconvenientes, chamados de “efeitos colaterais”.

Eles podem trazer alterações de humor (existem pessoas que ficam depressivas) ou causar o chamado “trauma metabólico”. A pessoa perde peso em uma velocidade muito grande, o que traz alguns inconvenientes. A pele, por exemplo, não tem tempo de acompanhar uma perda repentina de peso, o que gera flacidez. Quando o tecido cai, gera as estrias.

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O organismo tem o “metabolismo basal”, uma reserva enérgica de repouso, e ele “sabe” o quanto a pessoa pesa. Quando a pessoa perde peso muito rápido, ela cria um sistema de compensação. Normalmente, o metabolismo da pessoa baixa, e ela pode voltar a engordar e, depois de 4 ou 5 meses, atingir o peso que perdeu naquele primeiro mês, por exemplo.

Como a pessoa criou um trauma, o organismo pode estocar um pouco mais de gordura para evitar que a pessoa perca peso novamente. Assim, depois de 6 meses, se a pessoa não tiver um acompanhamento sério de um profissional, ela pode vir a engordar mais do que o peso que estava quando tomou o anorexígeno.

Hoje, existe uma nova classe de medicamentos: os sacietógenos, que atuam no sistema de saciedade do cérebro.

O famoso “efeito sanfona” é quando a pessoa emagrece em primeira instância, porém a longo prazo ela retoma o peso e às vezes fica até um pouco mais obesa. Normalmente, quando a pessoa se dá conta de que está mais obesa, ela toma o medicamento novamente, repetindo o processo.

Pesquisas do Instituto Colgan da Califórnia descobriram que esse processo de engordar e emagrecer repetidamente mexe com os hormônios da tireoide. Isso se torna perigoso, pois a pessoa cria uma tendência metabólica a engordar cada vez mais e com mais facilidade, e a perder peso com maior dificuldade.

Suplementos nutricionais

A principal diferença dos suplementos é que eles não interferem no sistema nervoso central, não têm efeitos colaterais e normalmente são usados por aqueles que querem uma perda de peso mais lenta e progressivo. Isso tem as suas vantagens, pois a pessoa que perde peso com menos velocidade não vai criar estria e flacidez.

Dificuldade de perder peso

Estima-se que 1/3 do planeta esteja obeso, e que 1/3 esteja acima do peso. Normalmente, a psicologia da pessoa obesa boicota o sistema de emagrecimento.

Quando uma pessoa obesa é convidada pelos amigos para ir a uma churrascaria, se ela não está tomando nada para emagrecer, ela irá se policiar. Porém, se estiver tomando qualquer coisa para emagrecer, ela acha que pode comer descontroladamente.

Colocar a responsabilidade de emagrecer no comprimido, e não em si próprio, é o principal motivo do obeso não emagrecer.

Existem evidências científicas de que a associação entre atividade física, reeducação alimentar e suplementos funcionam para emagrecer. Porém, a pessoa precisa saber como isso funciona, isso não pode ser usado a esmo e empiricamente.

Tipos de obesidade

Existem alguns padrões que geram obesidade, por exemplo a genética. Quando a pessoa tem os pais, os avós ou um lado da família obesos, se ela tiver uma propensão genética, ela irá desenvolver a obesidade. Isso não é difícil de tratar, basta a pessoa aprender como funciona.

Existe outro tipo de obesidade, que é quando a pessoa não tem regra para se alimentar – ela come a todo momento e ingere mais calorias do que consegue gastar, o que irá promover a obesidade,  inclusive nas pessoas de metabolismo lento (chamadas de endomorfos).

Existem pessoas que comem pouco e engordam, e pessoas que comem pouco e não engordam, o que acontece devido a uma questão metabólica. Existem pessoas que têm propensão a engordar, o que também está relacionado à genética.

Se a pessoa tem essa propensão e má regra alimentar, ela irá engordar.

Existem pessoas que têm um problema hormonal, a tireoide hipoativa (hipotireoidismo). Isso faz com que o metabolismo fique lento e a pessoa engorde. Nesses casos, é necessário um controle rigoroso de um profissional da saúde. Esse é um dos tipos de obesidade mais difíceis de tratar.