Preenchimento labial e facial

Preenchimento facial e labial

O preenchimento, facial ou labial, é uma técnica que, visando a retardar o envelhecimento, atua em prol do rejuvenescimento da pele e também se usa para tratar cicatrizes, sulcos e diminuição do tônus.

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Ácido hialurônico

O ácido hialurônico, produzido naturalmente pelo corpo e encontrado na pele, emprega-se em terapia rápida e efetiva, embora levemente dolorosa.

Com a idade, a concentração desse composto diminui e reduz o volume e os contornos faciais, causando pequena flacidez cutânea.

Benefícios

Aplica-se ácido hialurônico para ampliar volume, promover hidratação e prevenir efeitos da radiação solar, da poluição e do envelhecimento cronológico.

Ele oferece sustentação para a região malar, e pessoas com olheiras congênitas podem resolver o problema com esse ácido, em vez de recorrer ao laser, por exemplo.

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Esse preenchimento também se utiliza em cicatrizes, rugas periorbiculares (como o pé de galinha), sulco nasogeniano (bigode chinês), linhas de marionete, além delinear os lábios.

Um quadro de acne, por exemplo, pode-se manifestar tanto na adolescência quanto na fase adulta, por fatores hormonais, metabólicos e até bacterianos. Nessa situação, aplica-se o ácido hialurônico para recuperar o contorno facial relativo à mandíbula, ao queixo, etc.

Procedimento anestésico

As áreas próximas do queixo e mandíbula são bastante enervadas, portanto o paciente poderá sentir dor quando da aplicação do preenchedor. Para diminuí-la, passa-se no local, trinta minutos antes, uma pomada anestésica. De acordo com o produto ou a região tratada, é necessário fazer-se um bloqueio anestésico, que abranja superfície maior, como uma das faces.

Efeitos colaterais

Comumente, o único efeito colateral disso são vermelhidão e inchaço. No entanto, se se atingir algum vaso, surgirá um ligeiro hematoma que deverá receber compressa de gelo.

Cuidados com a pele após o preenchimento

O paciente deve evitar exposição solar do edema e usar filtro solar para proteger a pele e evitar manchas e descamação. Também não é aconselhável praticar exercícios físicos vigorosos durante as três primeiras horas, porque a substância estará adaptando-se à pele, e atividades muito bruscas podem deslocá-la. Se isso ocorrer, a pessoa poderá sentir desconforto e o local tratado, desenvolver fibrose. Por outro lado, não há contraindicação para atividades corriqueiras. Assim, realizado o procedimento, ela pode trabalhar.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).