Pós operatório de implante capilar

Implante capilar: cuidados pós-operatórios

Após o implante capilar, há alguns cuidados que se devem tomar e promovem mais rápida recuperação. Em três ou quatro dias depois do procedimento, é comum os pacientes retomarem a atividade profissional e a rotina.

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Uso de Finasterida e Minoxidil após transplante capilar

Para combater a calvície, utiliza-se Finasterida, inibidor da testosterona, e Minoxidil, vasodilatador, cuja função, mesmo após o transplante, é manter os demais fios de cabelo. Os transplantados não caem, no entanto os demais ainda poderão cair. Dessa forma, o benefício é mais duradouro.

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Queda dos fios implantados

Não há risco de queda dos fios implantados, porque os da parte de trás da cabeça e os das têmporas, empregados no implante, não carregam consigo os genes da calvície.

Recuperação

De cinco a sete dias, o paciente está apto a retornar às atividades cotidianas; entre dez e catorze, retiram-se os pontos da cicatriz provocada pela remoção de pele da parte de trás da cabeça e, em cerca de vinte, o paciente pode retomar os exercícios físicos.

Durante o pós-operatório, pode haver leve inchaço na testa por causa da infiltração realizada, no entanto isso desaparece rapidamente. Os fios crescerão naturalmente e devem ser higienizados como os demais.

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Efeito da anestesia e cuidados com a lavagem dos cabelos

A pessoa não pode voltar para casa dirigindo, porque ainda estará sob efeito da anestesia. No dia seguinte, deve retornar à clínica para lavar os cabelos segundo técnica orientada pelo médico.

É bastante frequente, nos primeiros dias após a cirurgia, recear-se lavar os cabelos. A lavagem deve ser suave, de preferência com xampu neutro e antisséptico.

Uso de medicação e contato com o médico

Pode haver inchaço no pós-operatório, principalmente na testa ou próximo aos olhos. Por isso, recomenda-se repouso leve, uso de analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos.

Dor durante a cirurgia e no pós-operatório

Durante a cirurgia, o paciente, por estar sedado, não sente dor. No pós-operatório, ela pode ocorrer segundo cada paciente. Cerca de 85% relatam certo desconforto na área doadora, sanável com analgésico leve; 10% não sentem nada e 5%, a quem se receita medicação complementar, queixam-se dela um pouco mais intensa.