Mulher Também Pode Ficar Careca?

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Mulher fica careca?

Assim como os homens, a alopecia androgenética também pode acometer as mulheres. Embora não fiquem totalmente calvas, elas exibem quantidade reduzida de cabelo. Isso se deve à conversão de testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), que transforma os fios, antes grossos e fortes em velos, mais suscetíveis à queda.

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A quantidade de hormônio masculino no homem é vinte vezes maior do que na mulher, porém mesmo essa porção mínima pode ser suficiente para ocasionar calvície.

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Causas da queda capilar em mulheres

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As mulheres podem apresentar perda capilar por uma série de razões, como alterações da tireoide ou do estoque de ferro, falta de vitamina D e de zinco, além de doenças autoimunes. Ocasionalmente a queda ocorre mesmo se a taxa de testosterona estiver normal nela. Em outros casos, a alopecia androgenética pode- -se intensificar em virtude de outras complicações.

Como tratar a alopecia androgenética

Após o exame hormonal, o tratamento pode-se embasar na reposição de vitamina D ou zinco ou na inibição da di-hidrotestosterona por meio da espironolactona.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).