Melissa: benefícios e como usá-la

Melissa: características

A melissa (Lippia alba) é uma planta comum, muito conhecida e utilizada como planta medicinal. Muitas pessoas já têm a melissa plantada em casa e no quintal. Ela dá ramos compridos. Se tiver um suporte – como um muro, cerca ou árvore – ela vai subindo por esse suporte, ou ela se arrasta prostrada pelo chão.

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É uma planta muito aromática, que também é chamada de “erva-cidreira”, pois seu cheiro é muito parecido com o da Melissa officinalis (a erva-cidreira das folhas redondas) e do Cymbopogon citratus (o capim-cidreira).

Existem duas espécies da melissa com o mesmo nome científico. Uma delas tem as folhas menores e grossas, e as flores bem grandes. A outra tem as folhas bem maiores emacias, e inflorescências menores e em menor número.

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Cuidados no uso da melissa

A melissa tem uma atividade ansiolítica, porém, se usada em excesso, ela causa um estado de excitação e ansiedade. Para evitar esse estado, deve-se tomar a medida padrão de uma colher de folhas picadas para cada xícara de água, tomando até três xicaras por dia.

Benefícios da melissa

Alívio das cólicas

A melissa ajuda muito no combate de cólicas uterinas e cólicas intestinais (como as causadas por infecções intestinais).

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Proteção do estômago

É uma planta protetora do estômago e evita o surgimento das úlceras. Não é necessário esperar o estômago estar ferido para começar a tomar o chá da melissa. Pela manhã, a pessoa pode tomar o chá da melissa ao invés de tomar café, o que é excelente para evitar o desenvolvimento de úlceras.

Tomar o chá de melissa frequentemente pode evitar problemas posteriores, principalmente em pessoas que têm uma alimentação irregular, que tomam muitos refrigerantes e sucos artificiais, que comem comidas artificiais, e que precisam proteger o estômago de todos esses agentes químicos e cancerígenos consumidos na alimentação.

Ação ansiolítica

A melissa é calmante, relaxante e ansiolítica, e é excelente nos casos de pessoas estressadas, nervosas e ansiosas. Tomar o chá da melissa causa uma depressão do sistema nervoso central. Assim, as reações e sentimentos da pessoa ficam mais calmos.

Frequência cardíaca

Ela reduz a frequência cardíaca, e é excelente para ajudar a controlar a frequência cardíaca em pessoas que têm taquicardia, palpitação, etc., sem enfraquecer o coração.

Indução do sono

A melissa é indutora do sono. Tomar um chá de melissa antes de dormir pode ser excelente para ter uma boa noite de sono.

Ação analgésica e anti-inflamatória

Ela tem ação analgésica, principalmente para dores de cabeça. Nesses casos, o chá de melissa é recomendado.

A melissa tem uma ação anti-inflamatória local. Fazer uma compressa com a melissa pode ser excelente em casos de tendinite, machucados, picadas de inseto, etc.

Sistema respiratório

A melissa é muita utilizada na forma de chá, xarope e outras formulações para bronquites e excesso de catarro. Ela não é expectorante (que coloca o catarro para fora), mas sim mucolítica – ou seja, ela reduz a produção de muco pelo sistema respiratório.

É possível tomar, juntamente, a melissa (para evitar a produção de catarro) e o guaco (para colocá-lo para fora).

Ação bactericida

Algumas pesquisas demonstram que os extratos das folhas ou das raízes da melissa são excelentes como antimicrobianos. Em casos de infecções por bactérias ou fungos que estão atacando alguma ferida ou glândula do corpo, o chá das folhas ou da raiz da melissa é excelente.

Antienvelhecimento

Algumas pesquisas demonstram que a melissa tem uma ação antienvelhecimento. Ela combate radicais livres e evita a oxidação das células.

Quando uma pessoa envelhece, os radicais livres começam a oxidar todas as células, e ela começa a “murchar”.

Em uma pesquisa, foi preparado um creme facial com o extrato dessa planta. Todas mulheres que utilizaram esse creme facial relataram uma melhora na tonificação da pele.

Ação antitumoral

A melissa está sendo estudada como antitumoral, principalmente em casos de câncer do pulmão e da traqueia. As pesquisas que foram feitas utilizaram células de câncer do pulmão e da traqueia, e a melissa teve uma ação antitumoral muito eficiente, evitando o desenvolvimento dessas células.

São pesquisas feitas em laboratório e são necessários estudos mais aprofundados para demonstrar a atividade dela com organismos vivos como os humanos.

A melissa pode ser plantada enterrando a ponta de um galho da planta no chão.

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