Insulina vegetal: benefícios e como consumi-la

Insulina vegetal: características

A insulina vegetal (Cissus sicyoides), é uma planta que vem sido muito procurada por pessoas que sofrem de diabetes e glicemia, pois tem uma fama de controlar os índices de açúcar no sangue. Também chamada de “anil trepador” ou “uva brava”, ela é do grupo de plantas que fazem parte da família da uva.

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É um cipó que cresce escalando árvores, postes, cercas e telhados. Ela tem “gavinhas” – estruturas presentes em plantas trepadoras, como o maracujá, e que vão fixando ela por onde ela passa.

Ela é facilmente reconhecida pois, quando ela está na fase aérea (sobre o suporte dela), suas raízes, que são cipós bem finos, vão descendo até o chão e engrossando até formarem uma “malha”. Algumas pessoas chamam ela de “cortina de pobre”, pois ela cresce sobre as janelas e essas raízes vão formando uma malha na frente da janela. Ela produz panículas com flores bem pequenas e amarelas, e os frutos dela são pequenas bagas pretas (parecidas com bagas de uva), muito apreciadas por pássaros como o sabiá e o sanhaço.

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É uma planta comum em muitas regiões.

Toxidade da insulina vegetal

A insulina vegetal não é 100% segura. Ela tem certa toxidade, e o uso excessivo e prolongado dela pode causar inflamação do fígado (que pode levar a enxaquecas fortes e à hepatite). Pessoas que têm problemas do fígado não devem usar a insulina vegetal, pois irão agravar o problema.

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Ela não é necessariamente abortiva, mas pode causar o aborto e interfere na formação fetal, por isso mulheres na fase de gestação não devem tomar insulina vegetal.

A insulina vegetal tem uma atividade comprovada de controle dos níveis de açúcar no sangue, da mesma forma que muitas outras plantas, como a carqueja, o melão-de-são-caetano e a pata-de-vaca. A insulina vegetal não irá curar a diabetes.

Benefícios da insulina vegetal

Ação anti-inflamatória

Ela tem uma atividade anti-inflamatória leve, e pode ter efeito em pessoas que estão sofrendo de gastrite ou inflamações das amídalas, da gengiva ou da garganta.

Ação antitumoral

Pesquisas recentes têm demonstrado que a insulina vegetal tem uma ação antitumoral. Assim como muitas outras plantas, ela pode interfere na divisão celular, e pode impedir a divisão acelerada das células do câncer.

A pessoa deve continuar fazendo quimioterapia ou radioterapia.

Essas pesquisas estão em andamento e espera-se que haja uma comprovação da eficácia dela no tratamento do câncer futuramente.

Redução da dor

Em alguns ensaios feitos com animais, a insulina vegetal demonstrou uma redução da sensibilidade à dor, e pode ser utilizada, por exemplo, por pessoas que passaram por uma cirurgia e estão com muita dor na área operada, ou que sofreram acidentes e se machucaram.

O chá dela tem um efeito antinocipcetivo (reduz a sensibilidade à dor) e, como analgésico e unido à sua atividade anti-inflamatória, seu uso pode ser um auxiliar em muitos casos.

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