Implante capilar com robo

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Remoção de folículos capilares por meio do uso de robôs

Atualmente, robôs participam de transplantes capilares para não ser preciso tirar-se uma faixa do couro cabeludo. Eles fazem pequenos círculos e removem as unidades foliculares que se implantarão na região receptora. Trata-se de técnica inovadora que, muito usada nos Estados Unidos, apresenta bons resultados, mas, como qualquer outra, oferece vantagens e desvantagens.

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Há cirurgiões que preferem o procedimento tradicional que permite sutura em escada, com interposição dos tecidos. O fio nasce, perfura a cicatriz e o efeito é bastante natural, mesmo com corte mais curto de cabelo. Em relação à técnica do robô, a desvantagem é a formação de áreas circulares de onde se retiraram as unidades foliculares, o que denuncia o transplante.

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Transplante capilar robótico

O transplante capilar com robô, além de preciso, é seguro, com calibragem requintada, fundamental para resultados naturais, redução das cicatrizes e do tempo de cirurgia. Ademais, ajuda a preservar a vitalidade de cada folículo que, deixado muito tempo fora do corpo, pode morrer e não aderir ao couro cabeludo após o implante.

Como é feito o transplante capilar robótico

A FUE (Follicular Unit Extraction) utiliza o robô, que extrai os folículos sem deixar cicatrizes, faz mapeamento da área doadora pela emissão de laser e detecta quais fios se podem retirar sem ocasionar falhas capilares no couro cabeludo.

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O robô não dispensa o médico, mesmo porque só retira os folículos, mas a implantação quem faz é a equipe médica com lâminas de safira.

Procedimento definitivo

A cirurgia é indolor por causa da anestesia local, e o cabelo transplantado não está sujeito à queda.

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CRM: 130475. Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008). Residência médica em cirurgia plástica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (2014-2017). Residência médica em cirurgia geral pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008-2010). Pós-graduação em reconstrução mamária pelo Hospital Pérola Byington (2017-2018). Pós-graduação em dermatocosmiatria pela faculdade de Medicina do ABC Paulista FMABC (2017-2018). Especialização em Oxigenoterapia Hiperárica pela Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (2016).