Implante capilar: cicatriz

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Diferentes técnicas de transplante capilar

Pelo artifício de se retirar uma faixa do couro cabeludo, a cicatriz é linear, fina e pode-se cobrir com cabelo, a depender do comprimento. Eventualmente a cicatriz pode alargar-se um pouco, quando o indivíduo se expõe a dois ou três operações.

Hoje, é frequente o estilo de corte com máquina 2 nas laterais do cabelo. Quem quer usar esse estilo, por mais delicada e fina que a cicatriz seja, não a aceita.

Na FUE (Follicular Unit Extraction), faz-se um furo ao redor de cada fio e remove-se a unidade folicular. É mais demorada que a técnica clássica, porque o posterior implante também se faz individualmente.

A vantagem da FUE é a ausência da cicatriz linear; cada orifício deixa diminuto ponto branco e, como eles se distribuem difusamente pelo couro cabeludo, as cicatrizes são menos perceptíveis e facultam o corte de cabelo curto sem prejuízo.

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Micropigmentação do couro cabeludo

Para os que se submeteram à cirurgia que deixa cicatriz linear e querem utilizar cabelo mais curto, há a micropigmentação do couro cabeludo, no qual, como em tatuagem, o profissional faz pequenos pontinhos (de acordo com a cor do cabelo, preto ou acastanhado) para camuflá-la.

Resultados após transplante de cabelo

A intervenção realiza-se mediante anestesia local nas regiões anterior e posterior do couro cabeludo e, para o paciente não sentir as picadas, um leve sedativo, líquido que acarreta inchaço de duração mais ou menos de quatro dias na frente da cabeça.

Cada furo para pôr as unidades foliculares cria uma crosta que leva de sete a dez dias para cair. Nessa fase, o transplante é visível.

Depois que desincha a pele e caem as cascas, a cicatriz fica quase imperceptível.

O cabelo começa a crescer após três meses e, como o faz cerca de 1 cm por mês, para se apreciar o resultado demora dez a doze meses.

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CRM: 130475. Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008). Residência médica em cirurgia plástica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (2014-2017). Residência médica em cirurgia geral pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008-2010). Pós-graduação em reconstrução mamária pelo Hospital Pérola Byington (2017-2018). Pós-graduação em dermatocosmiatria pela faculdade de Medicina do ABC Paulista FMABC (2017-2018). Especialização em Oxigenoterapia Hiperárica pela Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (2016).