História do transplante capilar

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Evolução do transplante capilar

O transplante capilar começou no século 18, no Japão, com técnicas rudimentares, mas já com o intento de cobrir áreas calvas. No século 19, a aristocracia inglesa utilizava perucas, que representava a classe em que o indivíduo se postava em função do cabelo.

Na década de 70, o transplante capilar se popularizou, e o grande “boom” desse procedimento foi na década de 90, com a utilização do microscópio. De lá para cá, as técnicas cirúrgicas evoluíram, e diminuíram os casos de “cabelo de boneca” resultantes do procedimento, que trazia aos homens ainda mais desconforto do que a calvície.

A partir dos anos 2000, surgiu uma técnica chamada FUE (Follicular Unit Extraction), que dispensa corte na região posterior da cabeça. A partir de 2010, ela se popularizou e hoje é a mais executada. Nela, as unidades foliculares (as mudas de cabelo) são retiradas folículo a folículo da região doadora, sem deixar cicatriz e sem causar dor.

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CRM: 130475. Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008). Residência médica em cirurgia plástica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (2014-2017). Residência médica em cirurgia geral pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008-2010). Pós-graduação em reconstrução mamária pelo Hospital Pérola Byington (2017-2018). Pós-graduação em dermatocosmiatria pela faculdade de Medicina do ABC Paulista FMABC (2017-2018). Especialização em Oxigenoterapia Hiperárica pela Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (2016).