Finasterida e implante capilar

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Papel da finasterida após o implante capilar

Cerca de 5% da testosterona circulante no organismo é de di-hidrotestosterona (DHT), uma forma mais potente que se liga aos folículos capilares que contém o código genético para a calvície, atrofiando-os progressivamente até desaparecerem, o que é chamado de miniaturização.

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A finasterida inibe a ação de uma enzima que se chama 5 alfa-redutase, responsável por transformar a testosterona em DHT. O medicamento funciona em cerca de 83% das pessoas (no restante não ), mas apenas durante certo tempo, variável de pessoa para pessoa – 2, 3, 5 até 15 anos.

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Ela serve para retardar a evolução da calvície, sendo, portanto, um potente coadjuvante na cirurgia de transplante capilar. Ela funciona melhor nas áreas do meio do couro cabeludo e da coroa capilar, e menos nas da frente. Por fim, deve ser administrada continuamente, e, se interrompido o uso dela, o cabelo não transplantado voltará a cair.

Não se automedique, procure um dermatologista competente, que realizará um exame chamado tricoscopia, e averiguará se no seu caso há indicação da finasterida.

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CRM: 130475. Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008). Residência médica em cirurgia plástica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (2014-2017). Residência médica em cirurgia geral pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008-2010). Pós-graduação em reconstrução mamária pelo Hospital Pérola Byington (2017-2018). Pós-graduação em dermatocosmiatria pela faculdade de Medicina do ABC Paulista FMABC (2017-2018). Especialização em Oxigenoterapia Hiperárica pela Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (2016).