Diferença entre implante e transplante capilar

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Implante e transplante capilar: diferença

Na medicina, o termo implante é empregado quando se utiliza alguma substância sintética para substituir a função natural. Em um implante capilar, teoricamente, usam-se fios artificiais. Essa técnica não é adequada, pois o corpo percebe que a artificialidade do fio e despreza-o com o tempo.

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Quando o material orgânico transplantado vem da própria pessoa, é considerado transplante. Por exemplo, quando se retiram folículos da região posterior da cabeça (área doadora) e transplanta-os para a região receptora.

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O termo mais comum, encontrado no Google, é implante capilar, mas ele é errado: o correto é transplante. Apesar disso, implante e transplante capilar podem ser considerados a mesma coisa, pois as pessoas usam a nomenclatura errada.

Quando a queda de cabelo é preocupante

Para determinar se a queda de cabelo é grave e pode deixar a pessoa calva, deve-se procurar um especialista – um cirurgião plástico, um dermatologista ou um tricologista (dermatologista especialista em cabelos) – que trate disso com profissionalismo. A tricoscopia mostra o couro cabeludo com aumento de 50 vezes.

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Em quem tem rarefação capilar na linha anterior da cabeça, em que os fios são muito mais atrofiados, isso não significa que a pessoa vá ficar totalmente calva, mas que as entradas aumentarão, e, primeiramente, deve ser realizado tratamento clínico (não cirúrgico) para retardar a evolução da calvície.

Os fios que não têm predisposição para a calvície são fortes, e salvo raras exceções, nunca cairão de forma definitiva depois de transplantados, porém, não nascerão novos fios nas áreas em que eles foram retirados. O transplante redistribui os cabelos no couro cabeludo e não altera a tonalidade do cabelo nem a característica do folículo.

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CRM: 130475. Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008). Residência médica em cirurgia plástica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (2014-2017). Residência médica em cirurgia geral pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2008-2010). Pós-graduação em reconstrução mamária pelo Hospital Pérola Byington (2017-2018). Pós-graduação em dermatocosmiatria pela faculdade de Medicina do ABC Paulista FMABC (2017-2018). Especialização em Oxigenoterapia Hiperárica pela Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (2016).