Como parar a queda de cabelo

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Queda de cabelo

O cabelo é um termômetro da saúde corpórea, e a queda dele incomoda muito as mulheres, pois a maioria delas é vaidosa.

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O cabelo é importante esteticamente pois é a moldura do rosto. Além disso, é considerado um anexo do corpo – assim como as unhas.

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O cabelo é rico em queratina e não é especialmente necessário para a sobrevivência, por isso, em determinados momentos, por exemplo, como quando a pessoa perde muito peso, quando realiza um procedimento cirúrgico ou fica adoentada, os cabelos caem, ou as unhas enfraquecem. É comum o cabelo cair quando há alteração hormonal brusca, por exemplo, no período de amamentação.

O estresse exerce efeito importante na pele. Hoje, sabe-se que o processo de envelhecimento do ser humano (em que parte das células morre), tem efeito genético, próprio de cada indivíduo, mas o ambiente (estresse, poluição e hábitos de vida como tabagismo e alimentação) influencia muito no ciclo de vida celular.

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Se um paciente se queixa de queda de cabelo, são feitos exames para avaliar a tração do cabelo (se quando é puxado ele cai), como está a saúde dos fios e da raiz deles, etc.

Alopecia androgenética

A alopecia androgenética acomete cerca de 70% dos homens e 40% das mulheres. O hormônio feminino presente nas mulheres protege o organismo da calvície. A partir do momento em que o hormônio feminino começa a perder efeito, o masculino, que a mulher também tem, ganha destaque, e o cabelo miniaturiza e perde volume, ficando mais ralo e mais fino, não de imediato.

Eflúvio telógeno

O eflúvio telógeno é a queda de cabelo programada, que acontece em determinadas situações, como no puerpério.

Falhas no couro cabeludo

As placas arredondadas, sem pelos, são devido à alopecia areata, que geralmente tem um componente genético, mas o gatilho dela pode ser emocional (como o estresse). A pessoa tem predisposição imunológica, e em um momento de fraqueza do organismo, a doença ataca.

Além disso, existem as micoses de couro cabeludo (popularmente chamadas de “tinhas”), que também deixam placas arredondadas carecas. As micoses quebram os fios, parecendo que foram cortados com uma navalha.

Microagulhamento

Se a queda de cabelo é por deficiência vitamínica ou de ferro, o microagulhamento pode ser eficaz.

A caneta utilizada no microagulhamento funciona como uma micropuntura no couro cabeludo, lesando-o por meio de pequenos furos, assim, o sistema plaquetário é ativado, formando uma casca: as plaquetas vão até a região, o que estimula os fatores de crescimento. Isso aumenta a irrigação sanguínea na região, nutrindo o bulbo capilar deficiente.

Alguns dermatologistas, principalmente em casos de alopecia androgenética, associam a intradermoterapia ao microagulhamento, pois isso estimula o bulbo capilar a voltar a produzir cabelo, a ter a substância mitótica que faz a divisão celular e a ter mais nutrientes (como a vitamina D) e colágeno.

Na alopecia areata, também é possível usar o microagulhamento, mas o principal tratamento é a infusão de corticoides.

Estudos demonstram que a vitamina D não é importante apenas para os ossos, mas também tem uma resposta favorável no bulbo capilar.

Linhaça dourada

Se a queda de cabelo for devido à carência de ômega 3, o consumo de linhaça dourada pode ajudar. O ômega 3 da linhaça é o ALA, que precisa ser convertido em EPA e DHA para exercer efeito positivo nos cabelos.

O que causa a queda de cabelo?

As causas da queda de cabelo são diversas, alguns têm predisposição genética a ela, em outros ela ocorre por estresse, traumas ou realização de dietas restritivas – em que há carência de alguns nutrientes. Durante a amamentação também pode ocorrer perda dos cabelos, que, na maioria dos casos, voltam a nascer e crescer normalmente, já em outros não.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).