Como fazer nascer cabelo onde caiu?

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Causas para a perda capilar

Existem várias causas que exacerbam a perda capilar, entre elas, estresse, carências vitamínicas (principalmente por desnutrição), questões relacionadas à hormônios (principalmente os tireoidianos na mulher), mas a mais comum é a genética.

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Na mulher, a queda de cabelo é mais causada por estresse e questões hormonais, e no homem, há predomínio da genética. Neles as entradas do couro cabeludo e/ou a coroa capilar vão ficando mais ralas, e esse processo é progressivo, enquanto houver a exposição hormonal (ou seja, a vida toda).

Remédios para Queda de Cabelo: Ranking do Consumidor

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#1HairLoss Blocker8,91/10581btn-saiba-mais
#2Minoxidil7,74/101023btn-saiba-mais
#3Finasterida7,25/101084btn-saiba-mais

Importância da precocidade do tratamento

Muitos reclamam que estão ficando com o couro cabeludo queimado ao se expor ao sol, e em alguns desses casos não é possível recuperar os cabelos por tratamento clínico, daí a importância de tratar a alopecia androgenética no início.

A calvície pode afastar o indivíduo do convívio social, e na mulher ocorre principalmente no topo da cabeça, e em estágios avançados, facilita, inclusive, a depressão, causando piora do estado geral da pessoa.

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O folículo piloso responde à ação da di-hidrotestosterona (DHT), hormônio provindo da testosterona – por isso homens sofrem mais de calvície. O DHT atrofia os fios, que vão ficando cada vez mais finos até desaparecem completamente.

Qual o melhor tratamento para nascer cabelo?

Finasterida

A finasterida interfere na ligação da testosterona com o bulbo capilar. Trata-se de um medicamento desenvolvido inicialmente para tratamento do câncer de próstata, e os pesquisadores notaram que os pacientes tratados tiveram aumento do volume capilar ou estabilização da perda capilar, porém, a dose para tratar o câncer de próstata é diferente da da para calvície.

Trata-se do medicamento mais eficaz para o tratamento da calvície. Hoje, principalmente com a questão das mídias sociais, há casos em que a pessoa começa a se automedicar com finasterida, entretanto, a administração dela deve ser feita sob acompanhamento médico, principalmente por conta da questão hepática, já que a função do fígado pode ser prejudicada.

MMP e mesoterapia

A microinfusão de medicamentos na pele (mmp) infunde ativos numa profundidade do couro cabeludo rica em vasos sanguíneos, e esses compostos permanecem ali agindo por algum tempo, as sessões podem ser feitas mensalmente.

Outra opção é a intradermoterapia (também chamada de mesoterapia), que atinge uma profundidade maior do que a do mmp, e inicialmente pode ser feita uma sessão por semana, e depois quinzenalmente. Trata-se de um ótimo tratamento para fortificar os folículos e encorpar os fios.

Se a calvície agravar, pode se tornar irreversível, e quando não há folículo capilar, não há como recuperar os cabelos, e a única saída é com transplante capilar.

Fórmulas mágicas para acabar com a queda de cabelo

São muitas as receitas que se encontra na internet para vencer a perda capilar, englobam, por exemplo, misturar ervas ou legumes com shampoos, e aplicá-los sobre o couro cabeludo, esses métodos não têm eficácia comprovada cientificamente, inclusive, muitos deles podem ser prejudiciais aos fios, um dos únicos medicamentos de uso tópico que tem efeito comprovado é o minoxidil, que melhora a oxigenação e circulação sanguínea no couro cabeludo.

Para iniciar um tratamento é fundamental procurar um médico cirurgião plástico ou um dermatologista especialista em queda de cabelo.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).