Como espremer espinha

Como espremer espinhas

Não se deve, de forma alguma, espremer as espinhas. Porém, se a pessoa o fizer, deve fazê-lo da maneira correta.

PUBLICIDADE


Muita gente gosta de espremer espinhas ou de olhar outras pessoas espremendo. Alguns médicos fazem esse trabalho em centro cirúrgico, com equipamentos estéreis, mas as pessoas em casa não devem espremer as espinhas.

Cada vez que se aperta uma espinha, pode-se estar colocando mais bactérias dentro da pele, estimulando a produção de cicatrizes e de manchas. Deve-se deixar a espinha passar pelo ciclo dela para ter um melhor resultado estético, pois a cicatrização será muito melhor.

Existem pessoas que ficam tentando apertar espinhas internas, o que é pior ainda, pois causa mais manchas e mais cicatrizes na pele. Toda vez que a pele inflama, ela tem o risco de fazer mancha, então deve-se tomar cuidado.

Existe uma médica americana, Jessica W., que explica uma forma de espremer espinhas para as pessoas que são teimosas e não seguem as orientações médicas.

PUBLICIDADE


Primeiro, deve-se lavar bem as mãos. As mãos são cheias de bactérias que podem contaminar o interior da pele. É interessante utilizar álcool em gel. Se a pessoa tiver luvas descartáveis é ainda melhor. Tudo que puder ser feito de antisséptico, de limpeza, é interessante.

Deve-se fazer a assepsia da pele com algum antisséptico. Não se deve passar pasta de dente, pois isso pode irritar ainda mais a pele e causar manchas.

Ao apertar as espinhas, não se deve utilizar as unhas, pois as unhas estão cheias de bactérias. A técnica desenvolvida pela médica americana recomenda pegar uma agulha estéril (como as agulhas de insulina vendidas em farmácia) e fazer um pequeno ponto na espinha, geralmente aquela espinha amarela. Deve-se pegar dois cotonetes e apertar bem devagar a espinha para tirar aquele pus.

Artigo anteriorCasca de banana para acne
Próximo artigoEspinha interna
CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).