Como emagrecer naturalmente

Como emagrecer naturalmente

Emagrecer naturalmente não precisa ser sem graça, e é possível chegar a um resultado muito bom, muito efetivo, e ainda assim respeitar o próprio corpo.

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A pessoa precisa encontrar o ponto em que está errando e impedindo que ela consiga resultados melhores. Assim, o emagrecimento irá acontecer de forma melhor.

Consumo adequado de proteína

A primeira dica é se atentar ao consumo de proteína, que é onde as pessoas mais erram: ou comem muita proteína (como shakes, suplementos, clara de ovo, etc.) ou pouca proteína, fazendo vários lanchinhos somente com frutas, ou lanches que não são tão saudáveis (como biscoitos).

Com a falta de proteína, a pessoa perde o controle da saciedade. A proteína e a gordura são os macronutrientes que dão a saciedade.

A sensação de saciedade que a pessoa sente após o almoço é a sensação que ela precisa ter ao longo do dia, em todas as refeições, e não a sensação de que não comeu direito e que 10 minutos depois já quer comer mais alguma coisa.

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Quando a pessoa tem um consumo ótimo de proteína, esse problema se acaba: a pessoa tem mais saciedade e perde a necessidade de comer o tempo inteiro.

“Beliscar” entre as refeições

Comer o tempo inteiro não é uma boa estratégia para emagrecer. O corpo precisa conhecer o espaço de repouso, em que ele não está trabalhando na digestão o tempo inteiro. As pessoas confundem isso com fazer jejum.

“Beliscar” o tempo todo impede que o corpo entenda que ele pode gastar a energia. Ele está sempre armazenando energia, ocupado com a digestão, e entendendo que há metabólicos demais para ele trabalhar.

Consumo de alimentos ricos em fibras

Outra dica que ajuda muito a emagrecer é o consumo de fibras. Alimentos ricos em fibras ajudam tanto na saciedade quanto no ritmo intestinal. Quando o intestino está funcionando melhor, a barriga fica naturalmente mais bonita. Deve-se incluir chia, linhaça e muitas verduras, legumes e foliosas na alimentação. Assim, além da pessoa obter micronutrientes importantes no processo de emagrecimento, a pessoa também terá fibras e muita saciedade.

Modas nutricionais e falsos saudáveis

Deve-se tomar cuidado com as modas nutricionais e falsos saudáveis. Se as pessoas começam a acreditar que o glúten é o problema da saciedade e que as pessoas não emagrecem por causa dele, a indústria cria diversos produtos sem glúten, porém cheios de açúcar, óleo, etc. – mesmo porque, se o glúten é retirado, é necessário incluir gordura (que geralmente é gordura vegetal hidrogenada, que é muito ruim) para o alimento ficar mais palatável.

Deve-se tomar cuidado com produtos com a proposta “paleo”, “glúten-free”, “sem açúcar”, etc., pois não necessariamente ter ou não ter açúcar é o suficiente para o alimento ser saudável. O produto pode não ter açúcar, mas ter, por exemplo, maltodextrina, que tem o mesmo efeito no organismo.

É importante ler os rótulos para saber o que se está consumindo. Na parte dos ingredientes, a pessoa irá verificar do que aquele alimento é formado e o que foi adicionado nele para gerar o produto que está consumindo.

Deve-se tomar cuidado com o marketing. O marketing sempre foi muito presente na indústria de alimentos, mas antes apelava para embalagens mais coloridas, bonitas e atraentes. Hoje, como muitas pessoas estão se preocupando com a saúde, o marketing começou a apelar para essa proposta mais saudável, como “glúten-free”, “lacfree”, “sugar-free”, que não necessariamente são saudáveis.