Causas da calvície

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Calvície: causas

Mais de 95% dos casos de calvície em homens são de origem hereditária. Os mais jovens é melhor que, aos primeiros sinais (cabelo mais ralo, muita queda e com mais frequência, áreas de rarefação), consultem um dermatologista especializado nesse assunto. Ele vai tratá-los clinicamente, com medicamentos que retardem a evolução desse transtorno. O transplante é a solução para calvícies estabelecidas.

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Diferença entre calvície e queda de cabelo

A queda de cabelo tem diversas razões, como, por exemplo, deficiência nutricional, estresse e distúrbios hormonais.

Remédios para Queda de Cabelo: Ranking do Consumidor

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#1HairLoss Blocker8,91/10581btn-saiba-mais
#2Minoxidil7,74/101023btn-saiba-mais
#3Finasterida7,25/101084btn-saiba-mais

A calvície é uma doença, em que o indivíduo tem fator genético que o predispõe à queda progressiva de cabelo e que, muitas vezes, começa a se manifestar ainda na adolescência.

Em geral, a queda de cabelos tem recidiva total, ou seja, o paciente retoma a massa que tinha antes; já a calvície é diferente. É necessário fazer outros tipos de tratamento para bloquear a evolução dela e, para isso, o diagnóstico correto é imprescindível. Se errar um, o médico também falhará no outro.

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Tratamentos preventivos da queda capilar

No tratamento de retardo da queda capilar geralmente se prescrevem vitaminas e Minoxidil associados à Finasterida. Outra técnica aconselhável é o uso de um chapéu de LED, que aumenta a vascularização do couro cabeludo e a espessura dos fios.

Transplante capilar com ótimos resultados

Com a evolução do transplante, é possível que o homem volte a ter cabelos com aspecto natural, o que não ocorria no passado, e retorne rapidamente às atividades de trabalho (antes precisava ausentar-se por período considerável). Muito se fala do cabelo de boneca, eliminado pelas novas técnicas.

Transplante capilar com as técnicas FUE e FUT

Atualmente, as técnicas mais avançadas de implante capilar são a FUE (Follicular unit extraction) e a FUT (Follicular unit transplantation). Aquela compreende a extração de unidades foliculares e, nesta, retira-se uma faixa de couro cabeludo de aproximadamente 20 cm de comprimento e 2 cm de espessura da região posterior da cabeça, dimensões essas que dependem da elasticidade da pele do paciente. Fecha-se a cicatriz por meio de uma sutura chamada tricofítica, para, dentro dela, no futuro, nascerem fios que a camuflem da melhor forma possível.

Com a FUE, retiram-se as unidades foliculares uma a uma e não se causa nenhum dano à área doadora. A nuca apresentava cicatrizes grandes, dolorosas e inestéticas, mas isso mudou com a FUE, que cobre as regiões calvas com proximidade muito grande entre as unidades foliculares.

Tempo de recuperação e obtenção dos resultados esperados

O resultado parcial do transplante aparece depois de seis meses e o definitivo, com todos os cabelos crescidos e bom tamanho para penteado, após um ano.

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CRM: 91128. Doutorado em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009-2012). Mestrado em Dermatologia Clínica e Cirúrgica pela Universidade Federal de São Paulo (2001-2006). Residência médica em Dermatologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (1998-2001). Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1992-1997). Pós-Doutorado em pesquisa em dermatologia pela Emory University School of Medicine, Atlanta, GA, EUA. Professor-assistente de dermatologia na Universidade de Mogi das Cruzes (2005-2006). Médico-assistente do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006-2012). Médico chefe do Serviço de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2012-2014). Coordenador do programa de residência médica em Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2019-2012). Coordenador de todos os programas de aperfeiçoamento/especialização médicos da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2011-2014).